
A engenharia elétrica do Espírito Santo acaba de dar um salto tecnológico com a efetivação do Centro de Operação Integrado (COI).
A Engenharia é fundamental para segurança e funcionamento das cidades. Na água das torneiras, no sinal que organiza o trânsito, ou na luz da cabeceira, existe o trabalho dos profissionais da área tecnológica. Os engenheiros e engenheiras são protagonistas nos serviços de monitoramento, operações e segurança do fornecimento de energia, bem como nas soluções que impulsionam o Estado para vanguarda da transição energética.
Toda cadeia da engenharia elétrica do Espírito Santo acaba de dar um salto tecnológico com a efetivação do Centro de Operação Integrado (COI) da EDP (Distribuidora de energia elétrica para 70 munícipios do ES). O novo espaço possui uma das estruturas mais modernas do Brasil e aumenta a capacidade de gestão integrada e de monitoramento, em tempo real, de todo o sistema elétrico da companhia no Estado.

Fiorotti destaca que o salto tecnológico do setor elétrico cataliza ganhos para os profissionais e para a população capixaba.
O presidente do Senge-ES, engenheiro civil e de segurança do trabalho Luis Fiorotti, foi um dos convidados do evento de lançamento do COI, realizado no dia 10/3, em Carapina. “O Senge-ES é presença ativa nos marcos da área tecnológica do Estado. A efetivação do COI é um avanço estratégico para o sistema elétrico capixaba de olho no futuro. Essa realidade consolida nossa transição energética e alavanca oportunidades profissionais para nossos engenheiros e engenheiras. Ganham os profissionais de engenharia e toda a população, que terá um serviço de fornecimento ainda melhor”, destaca Fiorotti.
Transição energética
Além disso, o COI prepara o Estado para esse momento de transição energética. O modelo tradicional “unidirecional” — em que a energia apenas saía da usina para a casa do cliente — está dando lugar a um fluxo bidirecional, com muitos clientes gerando a própria energia por meio de placas solares. O setor de energia fotovoltaica adicionou 15 GW de capacidade no Estado, terminando o ano com 52,2 GW de potência operacional. O cenário para 2025 aponta para um mercado mais estável, focando em eficiência, armazenamento e adaptação às novas regras de comercialização.
Presenças
O lançamento do COI contou com a presença de João Brito Martins, CEO da EDP na América do Sul; da Diretora Comercial da EDP, Engenheira Eletricista, Vanessa Bomfim Lugon Hemerly; do Diretor Geral da EDP, Eng. Eletric. Diogenes Rossi; do presidente do Sinergia-ES, Marcelo Serafini; do Secretário Geral do Sintec-ES, Dinaldo Rosário dos Santos; do Presidente da Findes, Paulo Baraona; e do Governador do ES, Renato Casagrande.

No sentido horário, o presidente do Senge-ES, Luis Fiorotti, com a Diretora da EDP, Vanessa Bomfim; com o presidente do Sinergia-ES, Marcelo Serafini, e com o Secretário Geral do Sintec-ES, Dinaldo Rosário dos Santos.
Engenheiros protagonistas da eficiência energética
Engenheiros eletricistas têm papel de destaque no Centro de Operação Integrado. Os profissionais utilizam uma plataforma integrada de dados, sensores e sistemas inteligentes que possibilitam manobras a distância, redistribuição automática de cargas e isolamento de falhas em segundos. Essa tecnologia promete reduzir o tempo de restabelecimento de serviços, minimiza impactos para população, além de fortalecer a resiliência da rede, especialmente diante de eventos climáticos severos.
Fontes: EDP e A Gazeta






