Senge-ES pela igualdade na vida e na profissão

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Neste Dia Internacional da Igualdade da Mulher (26 de agosto) o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) reforça sua defesa a igualdade salarial entre homens e mulheres, atuando em apoio à Lei 14.611/2023, que estabelece equiparação de salários e remunerações, e realizando ações para promover a equidade de gênero no mercado de trabalho, incluindo o Espírito Santo. O sindicato também promove o respeito e a presença de mulheres em todos os espaços.

Mesmo com garantias legais pela remuneração igualitária, ainda existe muito a ser feito para efetivação de tal realidade. De acordo com o Relatório de Transparência Salarial/Ministério do Trabalho, as mulheres ganham 29,25% a menos do que os homens no Espírito Santo, maior desigualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil. Já no recorte brasileiro, as mulheres ganham em média 20,9% a menos que os homens.

“Tanto a Constituição Federal quanto a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) já estabelecem o princípio de igualdade de tratamento e remuneração. Mas a disparidade de gênero e os salários desiguais ainda são uma realidade que prejudica o crescimento econômico e cultural de toda a sociedade. Igualdade salarial já!”, disse a coordenadora do Senge-ES Mulhes, engenheira civil Lúcia Vilarinho.

“Lutamos pela adoção de políticas de incentivo à contratação e promoção de mulheres em cargos de liderança, bem como pelo respeito a legislação que visa combater a desigualdade salarial e de critérios de remuneração entre homens e mulheres. Não existe justiça social sem igualdade de gênero!”, disse o presidente do Senge-ES, engenheiro civil e de segurança do trabalho Luis Fiorotti.

Um direito
Tanto a Constituição Federal quanto a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) já estabelecem o princípio de igualdade de tratamento e remuneração entre homens e mulheres ainda não é uma realidade. Mesmo com as garantias legais, na prática, ainda existe uma marcante desigualdade no mercado de trabalho brasileiro motivada pela disparidade de gênero. O curioso é que isso, além de absurdo e inconstitucional, prejudica o crescimento de todos os setores produtivos.

Diminuir em 25% a desigualdade de gênero no mercado de trabalho até 2025 é um compromisso dos países-membros do G20. A OIT (Organização Internacional do Trabalho) estimou que, se as brechas de gênero no mercado de trabalho fossem reduzidas em 25%, o PIB mundial aumentaria em US$ 5,3 trilhões até 2025.

Denuncie
Casos de disparidade salarial devem ser denunciados! O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) disponibiliza aos trabalhadores um canal para denunciar salários desiguais entre homens e mulheres. CLIQUE AQUI para acessar.

 

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) inaugura novas plataformas de comunicação com os engenheiros, agrônomos, geógrafos, geólogos, meteorologistas e afins. O site foi totalmente atualizado. Além disso, o Sindicato agora também está inserido nas redes sociais através do Facebook. O conteúdo pode ser acessado via computador e dispositivos móveis: tablet e celular (smartphone).

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